
O convidado de hoje: o autor J.R.Viviani
Onde mora: moro em São Paulo
Seu blog: http://vendedordeilusao.blogspot.com.br/
1- No seu blog, você divulga somente as suas obras?
J.R – Não! Além delas, faço crônicas literárias divulgando autores nacionais independentes. E deixo aqui meu recado: se és um autor e tiveres interesse, entre em contato que divulgarei sua obra com o maior prazer.
2- Quais os livros que você já escreveu?
JR – tenho, atualmente, entre dramas e romances, dez livros publicados e são eles: “A turma do barreiro”, “O protegido”, ”Continuando a viver”, “Adeus Solidão”, “Como num conto de fadas”, “O amor de suas armadilhas”, “Espelho quebrado”, “Segredos e Mistérios da vida”, “Reflexo da luz” e “Uma página virada”.
3- Qual deles você gostaria de comentar no Chá da tarde?
J.R – bem, eu acho que pelo estilo do blog, um obra suscitará interesse já que é um romance e que foi considerado um livro excelente por um dos mais importantes blogs literários que conheço: o “Jornalismo na Alma” que fez uma magistral resenha e para se certificarem da veracidade cliquem no link:
http://palomaviricio.blogspot.com.br/2012/05/resenha-adeus-solidao-jrviviani.html
4- Qual foi a sua inspiração para escrever este livro?
J.R. – não que me recuse a responder, mas é um pouco longa, e, sem falsa modéstia, merece ser lida, portanto sugiro irem ao meu blog através do link:
http://vendedordeilusao.blogspot.com.br/2012/04/os-motivos-do-adeus-solidao.html
5- Em poucas palavras, conta o livro:
J.R – é um romance que narra à vida de um solteirão, sem ninguém na vida, – sem nenhum parente, que movido pela desilusão de um amor não correspondido, há anos vivia isolado do mundo em uma ilha paradisíaca, habitada somente por caiçaras. Apesar de muito benquisto, rodeado de amigos, vivendo em lugar bucólico de cenário deslumbrante, tinha a solidão como sua fiel e dedicada companheira, – quem não lhe largava, trazendo consigo a sua inseparável auxiliar dona melancolia.Até que um dia a solidão desapareceu, – lhe abandonou, não dando mais as caras...
Isso aconteceu quando Lady apareceu na vida dele, mas calma, Lady não é nenhum humano e sim uma linda cachorrinha, que mudou sua vida completamente; obrigando a solidão ir morar em outro lugar... Vou parar por aqui, senão conto toda história e aí não tem mais graça.
6- Você tem algum livro em fase de construção atualmente?
J.R. – Sim, estou escrevendo e finalizando, revisando e coisas assim, o “Na toca da onça”. É um título curioso eu sei! Mas tem uma razão de ser. Nesse romance narro da vida de um sujeito que tinha o jogo correndo pelas veias. Um jogador inveterado, – um viciado nas cartas do baralho, assíduo frequentador dos cassinos, que se desenrola na década dos anos cinquenta, época remanescente da proibição do jogo no Brasil, mas que, mesmo assim, continuava nos cassinos clandestinos tenho a jogatina como sua profissão, – seu meio de vida... A história de um autêntico e verdadeiro malandro na expressão da palavra.
7- Você sempre foi um leitor assíduo?
J.R - Sim! Sempre fui! Pois acho que qualquer autor não deve ser alienado e introvertido, deve ler muitas e diferentes obras! Não tenho especial preferência por esse ou por àquele autor, mas não posso negar de que foi influenciado na minha infância por Monteiro Lobato, pois, com perdão da palavra, o “danado” me levava aos sonhos, assim como Marc Twain, já na minha juventude foi o grande, talvez o maior escritor brasileiro, Machado de Assis. E com o passar do tempo por Cecília Meirelles, Erico Veríssimo, Lygia Fagundes Telles, entre muito outros...
8- Foi difícil fazer com o que seus livros fossem publicados?
J.R. - Essa é uma pergunta muito interessante, se foi difícil? Difícil e como!... Você, talvez imagine, não sei? Depois de ter tentando, por anos, buscar no feudalismo editorial brasileiro uma chance de publicar já estava desistindo muito frustrado, foi quando tive a felicidade de conhecer uma editora que me possibilitou ver minhas obras editadas: o Clube de Autores. Sem eles, com certeza, estaria ainda escondido na coxia do grande teatro da vida e nem essa entrevista eu daria.
9- Gostaria de deixar um recado aos jovens escritores?
J.R – Sim! Pode parecer pretensão, mas me atrevo a dizer: meu caro jovem escritor dê asas a sua imaginação, não tenhas receio, – seja audacioso! E nas horas de hesitação lembre-se dessa minha frase: “O receio não tem parentesco com o bem-sucedido, ele é irmão gêmeo do fracassado”.
10- Gostaria de falar um pouco sobre você?
J.R – sou um autor por opção que, sem pretensão, escrevo na expectativa de levar o leitor a um mundo de sonhos e fantasias olvidando momentaneamente as mazelas e percalços do dia-dia.
11- O que achou do Chá de literatura no chá da tarde:
J.R – maravilhoso, – singular.
12- Gostou de participar:
J.R. – adorei, foi para mim, além da satisfação, uma honra!
13- Qual a mensagem que você deixa para as amigas e amigos do blog:
J.R - leiam, leiam sempre, não importa o quê, mas leiam, pois lendo aguça a imaginação e os leva aos sonhos, e sonhar é viver...
Perguntas rápidas:
Um livro: ‘Reinações de Narizinho” (Monteiro Lobato)
Uma música: “Noturno 2 Opus 9” (Frédéric Chopin)
Um dia especial: todos!
Um desejo: viver (o quanto puder!)
Uma frase: “Ler é viver ao embrenhar as veredas e meandros nebulosos do desconhecido”.
Amigo J.R.Viviani,agradeço a sua participação na entrevista do Chá da tarde.
Fiz este selinho se gostar leve com você:
